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Abracorp participa do Fórum de Gestão de Viagens Corporativas, em João Pessoa

GervásioTanabe – Diretor Executivo da Abracorp

Durante o Festival de Turismo de João Pessoa (PB), será realizado o IV Fórum de Gestão de Viagens Corporativas, no dia 21 de outubro, no Centro de Convenções da capital paraibana. As inscrições são gratuitas. A palestra inaugural, a partir das 16h00, será proferida pelo CEO da PJI Consulting, Paulo Junior, que abordará o tema “O poder da estratégia competitiva no Turismo: o que fazer para melhorar resultados”.

Na sequência, haverá um debate sobre o tema “A tecnologia no universo das viagens corporativas”. Gervasio Tanabe, diretor executivo da Abracorp, será um dos três debatedores. Vinicius Luz, da Latin America Travel, Manager da Unilever; e Carolina Gaete, Gerente Comercial Corporativo da Gol Linhas Aéreas, completam o trio.

O Fórum é uma realização do Hotel Manaíra e conta com o apoio da Abracorp, GBTA, Gol Linhas Aéreas, Convention Bureau de João Pessoa, BIONE e Festival JPA. Evento contará com a presença de várias TMCs Abracorp.

Comitê de RH da Abracorp promove encontro na 45ª Abav Expo

Gestores de RH no encontro, realizado na ABAV Expo

Mais de 30 gestores de RH participaram do encontro realizado pelo Comitê de RH da Abracorp, dia 29/09, encerramento da 45ª Abav Expo. Evento fez parte do cronograma de atividades do Comitê de RH, que se realiza a cada semestre e onde se discute questões relacionadas à Gestão de Pessoas. Compôs a programação palestra do Dr. Luiz Eduardo Amaral de Mendonça. Especialista abordou o impacto da Reforma Trabalhista na vida das empresas e no dia a dia dos negócios. Ao final da apresentação, muitas dúvidas foram esclarecidas. Lei entrará em vigor em 11/11/2017.

Abracorp formaliza padronização de vouchers de faturamento das locadoras

 

Comitê de produtos da Abracorp apresenta solução inovadora, desenvolvida em parceria com as principais locadoras do Brasil

No encerramento da 45ª Abav Expo, na Sala Vip da Ilha corporativa, a Abracorp lançou a padronização dos vouchers de faturamento das locadoras de automóveis. Em vez de um número superior a 30, agora apenas cinco modelos básicos. “Por mais de um ano a Abracorp, via Comitê de Produtos, realizou uma série de reuniões de trabalho com representes das principais locadoras do país. O empenho de todos foi compensado com uma racionalização drástica e funcional dos vouchers”, conta Gervasio Tanabe, diretor executivo da Abracorp.

A medida deve impactar positivamente a produtividade da locação de automóveis, com foco no crescente mercado de viagens corporativas. Por outro lado, vem ao encontro do que estabelece a missão da Abracorp: ser referência na indústria de viagens corporativas, promovendo seu desenvolvimento. De acordo com Daiana Moreira, Coordenadora de Comitês da Abracorp, “todas as locadoras e todas as agências de viagens no país passam também a ser beneficiadas pela padronização dos vouchers de faturamento”.

 

Membros do Comitê de Produtos

Rute Camargo – Costa Brava (Coordenadora)

Daniele Souza – AVIPAM

Gisela Maranhão – Casablanca

Marcello Restivo – Tivolitur

Reifer de Souza – Alatur JTB

Wilson Lima – Hostway

Fórum Abracorp inova em forma e conteúdo

O 1º Fórum Abracorp na Ilha Corporativa, espaço já consagrado da entidade em sucessivas edições da Abav Expo, revelou-se proposta acertada e agradou aos mais de 250 participantes. Sob o tema ‘Uma visão 360º na gestão de viagens’, o jornalista Artur Andrade, da Panrotas, fez a mediação do debate protagonizado por nove personalidades do trade, entre representantes de TMCs, entidades setoriais e clientes corporativos. O conteúdo se baseou em questões pertinentes a três pilares setoriais: Pessoas, Governança e Tecnologia.

Abertura do evento coube ao vice-presidente do Conselho de Administração da Abracorp, Carlos Prado. O secretário municipal de Turismo do Rio de Janeiro, Marcelo Alves, fez uma explanação sucinta sobre as ações que o destino promove para revitalizar apropria imagem e aumentar o fluxo de turistas. O legado olímpico elevou para 372 o número de hotéis na cidade, com 58 mil quartos.

Antes do debate, o consultor de empresas Miguel Noronha Feyo proferiu a palestra ‘Client Experience’, marcada pelo tom coloquial e abordagem didática, instigante e vivencial. “Nosso grande desafio é mudar o modelo de negócio. Transformar empresas em plataformas. Conceitos como o de b2b e b2c, por exemplo, precisam ser repensados”, comentou. Otimista, disse que o Brasil está pronto para a retomada; que se tornou um país de serviços e que as pessoas não querem produtos – querem valor na forma de serviços. E aí entra a experiência.

O Debate

Revezaram-se, numa inovadora forma de discussões, os debatedores Alexandre Castro, VP comercial da Maringá; Fernão Loureiro, LA travel manager da Philips; Fabio Camargo, diretor de vendas da Delta; Luis Vabo, presidente da Solid; Marcos Vileski, diretor de vendas da Rede Atlantica; Paulo Henrique Pires, diretor de vendas Localiza; Rodrigo Cezar, LA travel manager da Roche; Ronaldo Linares, LA travel manager da Accenture e Tarcisio Gargione, VP comercial e marketing da Avianca. Além da Abracorp, estiveram representados a Alagev, o GBTA e o TMG, principais entidades de Travel Managers do Brasil.

O 1º bloco, focado no pilar ‘Pessoas’, gerou uma rodada de considerações relevantes baseadas no conhecimento e na vivência de cada debatedor. Em comum, a percepção de que empresas são formadas por um conjunto de pessoas. E que, a despeito do avanço inexorável da tecnologia, as pessoas seguem fundamentais. ‘Pensar fora da caixa’; ‘temos de nos preparar para desaprender’; ‘o propósito da relação com pessoas começa no recrutamento’; ‘a Abracorp é uma teia – e não apenas uma junção de elos’ foram expressões que perpassaram os pontos de vista ali esboçados.

‘Governança’, pilar do 2º bloco, trouxe à baila o papel das entidades no processo de mudanças e na definição do modelo a ser adotado. A supremacia do ‘preço’ em relação ao ‘valor’, ainda ponto chave nas negociações nos processos concorrenciais. A mentalidade começa a mudar. O papel da auditoria foi um dos destaques, no qual as TMC´s concordam que deve, sempre, existir. Porém, com absoluta isenção, respeitando-se também a confidencialidade contratual delas com os clientes e fornecedores. Entre os pontos convergentes, a convicção de que a auditoria deve ser vista como melhoria de processos – e não como um mero instrumento fiscalizador.

O 3º e último bloco discutiu as implicações do pilar ‘Tecnologia’ no conjunto do negócio de viagens corporativas. Falou-se em ‘Mobility Manager’, ‘Gestão de Demanda de Viagem’ e ‘Gestor de Experiência’. Melhoria da qualidade do diálogo entre os parceiros, com base no conhecimento de ciência do comportamento, como a psicologia, também esteve entre os destaques. A exemplo do 2º, o 3º bloco registrou a menção recorrente do bordão “o que é combinado não é caro”, para sintetizar argumentações.

Reforma Trabalhista: Alterações e Aspectos Práticos para Empresas

 Dr. Luiz Amaral*

Em 13/07/2017 foi aprovada a Lei nº 13.467/2017, regulamentando a chamada Reforma Trabalhista, que trouxe grandes alterações à legislação, especialmente para a CLT. A Lei entrará em vigor em 11/11/2017, após 120 dias da sua publicação, ocorrida em 14/07/2017.

Estamos agora em um período de transição, no qual é essencial preparar-se para as alterações implementadas pela Reforma Trabalhista. As empresas, particularmente, deverão se alinhar às novas disposições, uma vez que, regra geral, são sempre as responsáveis pela regularidade e observância das leis trabalhistas.

Mas não apenas por isso. A Reforma trouxe diversos aspectos que poderão ser explorados pelas empresas. Por exemplo, a formalização de novas modalidades, como o teletrabalho (ou home office) e o contrato de trabalho intermitente. Acrescente-se a expressa autorização da terceirização de quaisquer atividades das empresas, inclusive de suas atividades principais (as chamadas “atividades-fim”), bem como a regulamentação do trabalho autônomo.

Cabe, também, estudar as alterações relativas aos critérios de remuneração dos empregados, pois houve exclusão da natureza salarial de diversas parcelas que antes integravam o salário base para fins de contribuições previdenciárias, fiscais e de FGTS. Alterados, também, os critérios para os pedidos de equiparação salarial, bem como foi criada a distinção para empregados recebendo “altos salários”, a fim de permitir a flexibilização de certas condições de trabalho destes.

Igualmente relevantes as alterações trazidas pela reforma quanto à jornada de trabalho, principalmente em relação às regras para compensação de jornada, banco de horas, jornada de tempo parcial, horas in itinere e intervalo intrajornada.

Ressaltem-se, ainda, as novas disposições quanto ao encerramento das relações empregatícias: a previsão de uma nova forma de extinção dos contratos de trabalho por mútuo acordo entre empresa e empregado, novas regras para a dispensa coletiva e plano de demissão voluntária, alteração do prazo para pagamento das verbas rescisórias e quanto à necessidade de homologação das rescisões pelos sindicatos.

Como se vê, são diversos os temas a serem discutidos quanto aos aspectos práticos da Reforma Trabalhista, uma vez que esta terá impactos diretos no cotidiano do setor empresarial.

*Dr. Luiz Amaral é mestre em Direito do Trabalho pela PUC/SP, escritor e palestrante convidado do Fórum Abracorp na 45ª Abav Expo

Fórum Abracorp será realizado na ABAV Expo 2017

A Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas realizará, pela primeira vez, durante a ABAV Expo 2017 – das 9h30 às 12h00, do dia 28 de setembro, no Expo Center Norte – o Fórum Abracorp – Uma visão 360º na gestão de viagens. A temática do evento conta com a participação e abordagem de todos os elos da cadeia de viagens: clientes, fornecedores e dirigentes das TMC´s Abracorp.  As vagas são limitadas e os travel managers devem, com a máxima antecedência, providenciar as inscrições no website da feira Abav Expo e confirmarem presença no Fórum Abracorp pelo e-mail forum@abracorp.org.br.

Alexandre Castro, VP comercial da Maringá; Fernão Loureiro, LA travel manager da Philips; Fabio Camargo, diretor de vendas da Delta; Luis Vabo, presidente da Solid; Marcos Vileski, diretor de vendas da Rede Atlantica; Paulo Henrique Pires, diretor de vendas Localiza; Rodrigo Cezar, LA travel manager da Roche; Ronaldo Linares, LA travel manager da Accenture e Tarcisio Gargione, VP comercial e marketing da Avianca serão debatedores – todos com presenças já confirmadas. Nesse debate, estarão representados a Abracorp, a Alagev, o GBTA e TMG, principais associações de Travel Managers do Brasil.

“São personalidades do trade, que atuam diariamente 360º em suas relações de negócios e aceitaram o desafio de debater três importantes pilares setoriais: Pessoas, Governança e Tecnologia, compartilhando suas visões de mercado”, destaca Gervasio Tanabe, diretor executivo da Abracorp. A dinâmica do evento prevê ainda a participação direta dos travel managers presentes, trazendo luz à plenária sobre temas que, certamente, são vivenciados a todo momento.

O Fórum Abracorp será aberto pela palestra “Client Experience”, a ser conduzida por Miguel Noronha Feyo, professor do curso de mestrado da ESPM, que possui longa vivência nas relações com o cliente. Expectativas e realidade na linha de frente dessas relações complementam a programação.

 

Abracorp antecipa íntegra dos dados da pesquisa de vendas no 1º semestre

Resultado completo da pesquisa estará disponível no site www.abracorp.org.br, a partir de 24/08

Resultado completo da pesquisa

O total das vendas e transações realizadas pelas associadas Abracorp, no 1º semestre de 2017, suplantou em 9,12% o resultado do mesmo período, em 2016. Contabiliza bilhetes e volume de vendas do segmento aéreo nacional e internacional; diárias e volume de vendas do segmento hotelaria nacional e internacional; da locação de automóveis e transfers nacional e internacional e outros serviços realizadas pelos associados.

Na comparação por segmento, do 1º semestre de 2016 com o 1º semestre de 2017, o aéreo nacional evoluiu 6,68% (de R$ 1.910.990.054 para R$ 2.038.569.408). Já o internacional cresceu 26,35% (de R$1.470.570.205 para R$ 1.858.118.713). A hotelaria nacional decresceu 9,76% (de R$ 985.014.495 para R$ 888.860.169). E a internacional recuou 7,43% (de R$ 201.205.179 para R$ 186.259.240).

O segmento de locação nacional apontou recuo de 13,02% (de R$ 89.748.828 para R$ 77.875.007). Manteve a diária média de R4 95,00. Já o internacional apresentou queda de 16,6% (de R$ 20.465.618 para R$ 17.078.079).

O segmento de transfer foi beneficiado pela redução do tempo de permanência dos viajantes nos respectivos destinos e o incremento das viagens aéreas do tipo bate-volta. Apresentou crescimento de 29,4%, na comparação dos primeiros semestres de 2016 e 2017. Em valores, saltou de R$ 14.048.564 para R$ 18.175.944.

No agrupamento de ‘outros serviços’, o destaque positivo ficou por conta do item ‘eventos’, com crescimento de 13,5%. Evoluiu de R$ 268.078.081 para R$ 304.294.919.

Pesquisa de vendas Abracorp mostra crescimento de 9,12% no 1º semestre

O total das vendas e transações realizadas pelas associadas Abracorp, no 1º semestre de 2017, suplantou em 9,12% o resultado do mesmo período, em 2016. Contabiliza bilhetes e volume de vendas do segmento aéreo nacional e internacional;diárias e volume de vendas do segmento hotelaria nacional e internacional; da locação de automóveis e transfers nacional e internacional e outros serviços realizadas pelos associados.

Na comparação por segmento, do 1º semestre de 2016 com o 1º semestre de 2017, o aéreo nacional evoluiu 6,68% (de R$ 1.910.990.054 para R$ 2.038.569.408). Já o internacional cresceu 26,35% (de R$1.470.570.205 para R$ 1.858.118.713. A hotelaria nacional decresceu 9,76% (de R$ 985.014.495 para R$ 888.860.169). E a internacional recuou 7,43% (de R$ 201.205.179 para R$ 186.259.240.

O resultado completo da pesquisa estará disponível dia 24 de agosto no site www.abracorp.org.br

IATA e o fôlego das TMCs

 

Sugestão de Pauta: IATA e o fôlego das TMCs

Não se pode negar o papel relevante da IATA (Associação internacional de Transporte Aéreo), fundada em 1945, na cidade de Havana, em Cuba. No site oficial da entidade, lê-se que “a missão da entidade é representar, liderar e atender a indústria aérea, com suas 275 associadas – as quais compõem 83% do tráfego aéreo global”.

Em curto espaço de tempo, cerca de 70 empresas aéreas internacionais IATA possuem recursos tecnológicos alinhados à Nova Capacidade de Distribuição (NDC) de produtos extras em um voo. Observa-se notórios avanços tecnológicos para a venda dos chamados serviços auxiliares, a exemplo da cobrança por despacho de bagagens.

O canal ‘agências de viagens’ mantém-se como o principal vetor de vendas das companhias aéreas, a despeito da alternativa de venda direta utilizada por elas. E dos riscos que essa opção representa, por conta de fraudes nos sites das aéreas e dos custos de prevenção e de manutenção de call centers.

Nesse contexto, indaga-se:

Por que os critérios Gerais, Financeiros, de Competência e de Segurança nada contemporâneos da IATA para credenciar uma agência de viagens? O que justifica a vasta documentação exigida das mais de 100 mil agências de viagens da rede global de distribuição IATA, que inclui taxas administrativas anacrônicas? Como explicar os custos em cascata de uma simples alteração cadastral da agência, como mudança de endereço?

Para discorrer sobre o tema, indicamos o presidente do Conselho de Administração da Abracorp e diretor da Costa Brava Turismo, Rubens Schwartzmann, que dispõe de números e casos registrados entre as TMCs associadas à entidade. Schwartzmann poderá evidenciar o descompasso entre modernidade e critérios leoninos da IATA, que põe em a coerência de discurso da prática.

As receitas adicionais e seus impactos no mercado de viagens corporativas

A ABRACORP está em contato com algumas das principais companhias aéreas, para que essas compartilhem com as TMC´s associadas informações sobre o atual panorama de desenvolvimento e o cronograma para a aplicação dos recursos já disponíveis no ambiente NDC (New Distribution Capability). Ou seja: Como a expansão tecnológica impacta sobre os preços e as regras comerciais de cada companhia aérea para venda dos serviços agregados?

O tema ganha relevância com as experiências das TMC´s já em curso, tanto no mercado doméstico como no internacional. Segundo Bruno Waltrick, diretor da Maiorca, torna-se mais importante ainda o papel do consultor na orientação aos viajantes. Se as compras via sistemas de OBT (Online Booking Tools) agilizam o processo, não significa que a menor tarifa seja a melhor opção.

Tudo dependerá dos planos de viagem do cliente. Se ele está levando material de amostra, por exemplo, 10 kg como bagagem de mão poderão ser insuficientes para ele. “Todas as TMCs e agências de viagens têm que se preparar para informar aos seus clientes quenem sempre o menor preço ofertado por algumas das empresas aéreas inclui o direito a despacho de bagagem”, alerta Gervasio Tanabe, executivo da Abracorp.

As empresas aéreas estabelecem diferentes regras para cada família de TKTs. E em cada família, as regras de bagagem, remarcação e reembolso são diferentes. Neste cenário, a composição do preço final das passagens pode incluir ainda outros valores diferenciados. Estes são definidos a critério de cada empresa aérea, para a cobrança de taxas integralizadas à tarifa, inclusive multas. Cada vez mais, os serviços profissionais, prestados pelas TMCs e agências de viagens, são percebidas pelos clientes como indispensáveis.

O barato pode sair muito caro para todas as corporações que adotarem como política de viagem a compra de passagens pelo critério do menor preço. Além disso, outro fator de vital importância passa a ser o programa de milhagem das companhias aéreas. Nos níveis mais elevados da maioria delas, alguns benefícios como bagagem e marcação de assentos serão privilégios gratuitos. Porém, como fica a política de viagens das empresas? Um novo imbróglio ao gestor de viagens e às TMC´s está no ar.

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