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Violência Não: Prioridade Turística

Presidente do Conselho de Administração da ABRACORP , Carlos Prado comenta sobre as expectativas da indústria brasileira do turismo no governo Bolsonaro.

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Entrevista concedida a Revista Viagem + Luxo.
Abracorp ratifica princípios de valor e boas práticas

Todos sabem que há anos vivencio a realidade norte-americana e trabalhei na IATA. Entendo que a recuperação judicial é uma estratégia absolutamente normal e tem sido utilizada com sucesso. Empresas aéreas como as gigantes American, Delta e United, no passado, já adotaram estratégias semelhantes, com base no Chapter Eleven (Capítulo 11 do código de falência vigente nos EUA e que, a título de curiosidade, também se aplica a indivíduos). Atualmente, essas mesmas companhias aéreas ostentam força econômica, expressa pelo valor das respectivas ações no mercado global.

Antes da legislação brasileira pertinente ao tema ser modernizada, saudosas companhias de bandeira como a VASP, Transbrasil e VARIG seguiram caminhos bem diferentes. Os resultados todos conhecem e dispensam comentários complementares.

Com a atual legislação, recuperação judicial ganhou um novo significado e precisa ser claramente entendida pelo mercado como medida estratégica. Ou seja: o que antes era considerado um sinal de problema, a rigor, tem o escopo de sinalizar potencial recuperação. É preciso, portanto, romper com uma visão ultrapassada e valorizar o protagonismo propositivo.

Ao entender e acreditar nos passos dados pela Avianca, a Abracorp ratifica os termos da legislação vigente e uma vez mais, demonstra ter uma atitude de parceria com seus fornecedores. Na prática, a entidade ratifica seu compromisso com os princípios de valor e guias de boas práticas. A defesa do compliance pressupõe esclarecer o mercado sobre os fatos e combater o derrotismo alimentado pelo imobilismo.

É fato também que, de acordo com as informações do BI Abracorp – Inteligência de Dados, no terceiro trimestre de 2018, a Avianca manteve sólida participação no Market Share do mercado de viagens corporativas, tanto em vendas de bilhetes como nos valores apurados em reais. Clara demonstração de vitalidade da aérea no Brasil.

Por fim, cabe dizer que a concorrência traz inegáveis ganhos ao mercado; na medida em que promove ganhos de competitividade e impulsiona melhor ROI a todos os envolvidos. Que o jogo seja justo e a torcida engajada em apoio à superação de cenários exógenos que desafiam a todos. Nós, agentes de viagens, temos a oportunidade de mais uma vez explicitar e ver reconhecida nossa importância na cadeia de valor do nosso setor.

 * Antônio Carbone é diretor executivo da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas — ABRACORP
Cuidado com o que deseja: conseguir pode ser o castigo

Há um consenso generalizado de que os clientes estão mais e mais exigentes. E essa realidade não escapa à compreensão dos associados Abracorp, que fornecem serviços e soluções para as viagens corporativas a organizações de diferentes portes e ramos.

Sabem muito bem que o recebimento de uma nova RFP (Request for Proposal), renovação ou mesmo o processo final de Bid (licitação) podem ser motivo de euforia. Mas surgem dúvidas quanto às exigências financeiras e operacionais. E sobre como atender com excelência sem comprometer a remuneração justa.

Efeito sanduiche

A Travel Management Company (TMC) fica entre as exigências crescentes do cliente e as expectativas nem sempre realistas dos fornecedores. Precisa lidar com a multiplicidade de canais de distribuição, que muitas vezes se misturam e se confundem.

As empresas e seus gestores apresentam novas necessidades para gerir as viagens de negócio. Mas as soluções existentes nem sempre satisfazem a especificidade da demanda. Os consumidores, em geral, queremos mais personalização e boas ferramentas no relacionamento com os prestadores de serviços.

Não importa o ramo de atuação – o que motiva, mesmo, é preço, marca e recompensa, a exemplo da política de milhagem. Todos queremos rápido, barato e bem feito, quando sabemos que, na prática, só é possível combinar dois itens da tríade mencionada. Porém, persiste a utopia dos três.

Ajuste de foco

A TMC do futuro não pode ser tudo para todos. Precisa escolher quem quer ser, como melhor adequar o negócio não para todos clientes, mas àqueles para os quais estão preparadas para oferecer e cumprir. E isso, independentemente do que pede a RFP.

Corporações e gestores estão, em regra, focados em preço. Porém, vários estudos mostram que um viajante satisfeito produz melhor e é mais eficaz. Por esta razão, gestores antenados têm pleno conhecimento de que a experiência do passageiro pesa na escolha final de sua TMC.

Fórmulas em prática há anos ainda são e serão válidas no futuro. Entre elas, evitar que um cliente represente mais do que 10% de seu faturamento (às vezes, até menos). Acrescente-se a recomendação de que os clientes não devem ter uma prestadora de serviços que seja muitas vezes maior que sua própria empresa. Nesse caso, tudo indica que o cliente será apenas mais um.

Tempero TMC

O futuro também passa pela capacidade das TMC´s em articular junto aos fornecedores. Quem cumpre o que promete merece tratamento comercial diferenciado. Quando compartilham críticas, fazem de maneira construtiva, pois sabem que o sucesso do fornecedor é também o delas.

Por isso, as TMCs são experts em harmonizar o tempero à base do paladar de quem viaja. O objetivo é assegurar que o cliente final possa voltar mais vezes. Entregar a compilação e o controle de informações sobre os vários serviços que compõem a viagem é demonstrar o que e porque dos investimentos realizados.

Associadas Abracorp

Examinam onde melhorar no conjunto da obra, adotam novas ferramentas, ofertam gestão pontual 24 horas e consultoria permanente em tempo real. E tudo isso na palma da mão dos viajantes e gestores – mobile é o nome do jogo. Os componentes têm que estar todos no mesmo lugar. Se demandar mais do que três cliques, a ferramenta não vai satisfazer.

Cabe lembrar que o novo governo suscita mais esperança e confiança. Comungamos a expectativa de voltar a investir e continuar relevantes. Mas temos que nos mexer. Inovar. Aprimorar demonstrativos que extrapolem os termos convencionais de uma resposta a uma RFP.

Ser convincentes de que estamos estruturados, tratamos bem os colaboradores e que somos o que prometemos ser. Ética. Transparência. Queremos ser a resposta certa às necessidades em viagens corporativas. Afinal, no mapa do sucesso todos ganham.

Por fim, faço um desafio ao leitor: escolha uma das 28 TMC’s Abracorp – www.abracorp.org.br. Elas estão prontas e de portas abertas para atender empresas de diferentes tamanhos, ramos de atividade e necessidades. A sua, certamente, encontrará o que pede – sem ser castigada por isto.

 

Por Antonio Carbone é diretor executivo da Abracorp – Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas
Que Brasil é esse?

Voltando de um fim de semana em Gramado, me perguntei: Que Brasil é este?!

 A dúvida se impôs sob a ótica de quem viveu por muitos anos no exterior e, após 12 anos, retornou à cidade de Gramado (RS), na Serra Gaúcha. Mais do que surpreso, me dei conta de que lá existem características comuns com Aspen (EUA); Ghent (Bélgica) e Nyon (Suíça), a começar pela média elevada de falantes de outros idiomas. São cidades multiétnicas, multiculturais, limpas e seguras, que favorecem andar a pé e de bicicleta. A população local é respeitosa com os turistas que chegam o ano todo. E a maioria, do mercado doméstico.

Urbanidade, delicadeza e polidez são marcas do acolhimento de Gramado. Qualidade do receptivo local inclui ótimos hotéis – de luxo a econômicos. Sob a gestão ativa e empreendedora da iniciativa privada, tudo conspira a favor do modelo vivo de desenvolvimento urbano ali implantado.

A beleza arquitetônica, harmonizada com os encantos naturais do lugar, retrata respeito com o meio ambiente e compõe um cenário bom de morar e viver. Gastronomia excelente e diversificada é a tônica dos restaurantes e inclui deliciosos chocolates.

A decoração de Natal amplifica a magia da estação. Notável perceber a cidade emoldurada pelo colorido dos jardins em flor. Na geometria criativa dos canteiros e do conjunto vivo fascinante, a marca inequívoca da competência e do comprometimento das autoridades públicas locais.

Como cidadão e profissional da indústria de viagens, não hesito em compartilhar a certeza de que nós, brasileiros, somos capazes de fazer acontecer. Gramado, fundada em 1954, é um caso exemplar. A força da união é transformadora e possibilita multiplicar resultados com agilidade. Afinal, o que hoje é Aspen (fundada em 1879); Gent (650) e Nyon (1292), a jovem Gramado também o é.

Com quatro estações bem marcadas, o mosaico de seis fotos exibidas a seguir desafia identificarmos qual é a cidade de Gramado.

 Por Antonio Carbone é diretor executivo da Abracorp – Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas
O que o segmento corporativo espera de Jair Bolsonaro

eleição de Jair Bolsonaro como novo presidente do Brasil tem trazido otimismo ao Turismo. Um dos setores que vê com bons olhos a chegada do capitão reformado do Exército é o de viagens corporativas.

O presidente do Conselho de Administração da Abracorp, Carlos Prado, endossa a voz do segmento. A união do Ministério do Turismo a outras pastas, como já é discutida pelo futuro presidente, é um ponto positivo, desde que haja investimentos, aponta ele.

Ele salienta que o setor viagens de negócios, mais do que qualquer outro, caminha junto à economia brasileira. Vale a pena ter essas perspectivas positivas? Leia na íntegra o artigo “Presidente Bolsonaro, o Turismo quer e pode ajudar”:

“O País, a despeito do clima nervoso da campanha eleitoral, sai fortalecido pela forma ordeira e republicana com que o pleito se realizou. O resultado da votação, incontestável, legitimou a vontade popular e descortinou a antevisão de cenários iminentes pelas lideranças empresariais.

Como protagonista da ampla cadeia turística, onde se insere a indústria de viagens corporativas, busco captar, filtrar e analisar os primeiros movimentos do eleito, definições de ministros e ministérios, etc. Tudo isso com a lupa focada na relevância que será dada ao Turismo como opção segura, rápida e viável à recuperação econômica do país.

A expectativa da Abracorp e de toda a cadeia produtiva do setor de turismo, pode ser resumida em duas premissas: cabe ao governo centrar foco e priorizar ações ao setor de Viagens e Turismo, e a Abracorp e toda a cadeia produtiva do setor de viagens e Turismo estão empenhados em trabalhar a favor do desenvolvimento da atividade econômica.

Vejo com bons olhos os propósitos declarados pelo economista Paulo Guedes, no sentido de que é preciso reduzir impostos, em vez de distribuir subsídios. Também enxugar a máquina pública e promover a desburocratização, para que investimentos privados possam prosperar com ganhos de produtividade e competitividade.

O redesenho dos ministérios, em gestação, é compreensível. A eventual fusão que resulte na nomenclatura Indústria, Comércio e Turismo, cogitada como alternativa, é bem avaliada pelos players e lideranças setoriais. Porém, em qualquer hipótese, defendemos que haja recursos e estrutura compatíveis com a importância do setor. Quem sabe um aparelho mais ágil e resolutivo, sob a chancela de uma mega
secretaria.

A expectativa inclui a percepção clara, por parte do governo, de que o Brasil é o destino número um no ranking mundial dos países com mais atrativos naturais. E o oitavo com mais atrativos culturais. O fortalecimento integrado do nosso receptivo, por meio de políticas de Estado – e não apenas de governo – abrirá as portas dos nossos tesouros para o mundo. Nosso portfólio ganhará destaque nas vitrines internacionais, para atrair viagens a lazer e a negócios.

Todos sabemos, muito bem, que o mercado de viagens corporativas anda, avança e prospera ao ritmo da roda da economia. Executivos e técnicos cruzam o planeta com mais intensidade quando o deslocamento se justifica. E é nesse clima de expectativa e esperança que todas as entidades do trade estão unidas e articuladas, para que possamos nos posicionar à altura da força que representamos. A união setorial e de toda a cadeia de valor é o nosso ativo mais valioso.”

Carlos Prado é empresário e presidente do Conselho de Administração da Abracorp

Lei Geral de Proteção de Dados ganha relevância na Abracorp

Nesta quinta-feira, 25, diretoria e representantes das associadas Abracorp participaram do tradicional do encontro mensal programado pela entidade. Evento realizou-se, das 9h00 às 12h00, no Hotel Transamérica São Paulo, localizado à Av. das Nações Unidas, 18.591. A abertura coube à equipe do Transamérica Hospitality Group, tendo como anfitriões Osvaldo Julio Neto, gerente geral do empreendimento, e Valter Marchesi, gerente de vendas da rede dedicado ao atendimento das TMCs associadas à entidade. Na oportunidade, exibiram breve apresentação com dados atualizados sobre a rede.

Na sequência, Danilo Weiller Roque, da Focaccia, Amaral, Pellon e Lamonica Advogados, conduziu palestra sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), já promulgada e que entrará em vigor em fevereiro de 2020. Fez uma exposição sucinta do instrumento legal e assegurou que “o Brasil entra para um seleto grupo de países que possui leis específicas com requisitos que devem ser obedecidos por quaisquer pessoas (físicas ou jurídicas), ao tratarem de dados pessoais, em qualquer meio (online e offline).” Portanto, a abrangência é enorme e inclui, naturalmente, o agenciamento de viagens.

O palestrante lembrou que “embora os contratos sejam firmados com empresas (no caso de contratos corporativos), as agências de viagens estarão lidando com dados de quem efetivamente irá usufruir dos serviços contratados (os passageiros, hóspedes, condutores dos veículos lotados, etc.). Esses dados são pessoais e, por isso, devem ser tomados os cuidados exigidos pela LGPD.”

Salientou também que a LGPD busca regular apenas questões envolvendo dados pessoais. Dados corporativos (segredo industrial, marcas e patentes, dados comerciais, entre outros) não estão protegidos pela LGPD. “Sigilo Bancário e Lei de Propriedade Industrial são dados da empresa protegidos por outros textos legais”, citou como exemplos.

Principais elementos definidos pela LGPD

Dados Pessoais: Qualquer informação que identifique uma pessoa física (como nome ou CPF) ou, ainda, informações que individualmente não identifiquem, mas que, somadas a outros dados, permitam identificá-la (como CEP, idade etc.).

Dados Pessoais Sensíveis: Informações que digam respeito à origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, relativo à saúde ou à vida sexual, e ainda, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural.

Tratamento: Qualquer operação realizada com dados pessoais, como coleta, utilização, transmissão, arquivamento, armazenamento, eliminação, etc.

Agente de Tratamento: Termo utilizado na LGPD para definir quem Trata dados pessoais. O Agente de Tratamento pode ser um Controlador ou um Operador. A diferença estará no poder de decisão.

 

Controlador: É quem decide e controla o Tratamento dos dados pessoais. O Controlador pode tratar os dados diretamente, ou através de um ou mais operadores.

 

Operador: Não tem poder de decisão. É a pessoa (física ou jurídica) destacada para tratar e operar os dados pessoais e os dados pessoais sensíveis, conforme instruções do Controlador.

 

Questões relevantes

A LGPD apenas regula o tratamento dos dados pessoais e dos dados pessoais sensíveis. O tratamento dos dados pessoais será considerado em conformidade com a Lei, quando estiver amparado por alguma das 10 situações autorizadoras trazidas pela LGPD. Exemplo: mediante consentimento, para o cumprimento do contrato, ou para defesa judicial.

A depender do tratamento que se tenha interesse, a LGPD pode trazer uma exigência específica. Por exemplo: para transferir dados pessoais para outros países, esse país deve proporcionar grau semelhante de proteção legal aos dados pessoais. O controlador deve oferecer e comprovar garantias de que os direitos do titular dos dados serão mantidos.

Para se adequar à lei, as agências precisarão adotar algumas medidas. A principal delas é assegurar que as autorizações necessárias para tratar os dados pessoais estão ok – não importa se esses dados pessoais são recebidos do cliente ou se a própria agência os coleta.

Adequar-se à LGPD evita possíveis penalidades – que variam desde de simples advertência e até mesmo multas que podem chegar a R$ 50 milhões, dentre outras. Somado a isso, coloca-se o respeito aos titulares dos dados pessoais e de preservação de um ambiente saudável para todos os envolvidos na indústria de viagens corporativas.

Após o coffee break, uma participação especial de Herber Garrido – Grupo Rio Quente e Costa do Sauípe. O encontro foi encerrado com breve apresentação do Conselho de Administração da Abracorp, seguida da seção Voz do Associado.

Pesquisa de Vendas da ABRACORP do 2º Trimestre de 2018.

Adequado à metodologia do novo BI ABRACORP Inteligência de Dados, divulgamos o resultado da pesquisa de vendas do 2° trimestre de 2018. As publicações contêm os principais indicadores, referência na indústria.

Apresentação

Aéreo Doméstico

Aéreo Internacional

Hotelaria Nacional

Hotelaria Internacional

Locação Nacional

Locação Internacional

Transfer Nacional

Resumo Geral

 

Por que intermediar com uma TMC?

De acordo com publicações especializadas do setor, a BTN – Business Travel News, as 100 maiores empresas demandadoras de serviços de viagens corporativas do maior mercado (EUA) do segmento a maioria absoluta, recorre aos serviços de uma TMC.

Não por coincidência nem acaso, o desafio da gestão de viagens corporativas, especialmente diante do atual cenário de adversidades econômicas, e posicionamento das empresas diante do novo ambiente de negócios, impõe estratégias além da redução de custos.

O potencial de benefícios com o gerenciamento de viagens ou Programa de Viagens, de forma consolidada, com a intermediação de uma agência de viagens variam muito em oportunidades e ganhos.

Com a expertise da indústria, a TMC é capaz de avaliar e recomendar: 

  • Gestão do volume aéreo – permite uma avaliação assertiva quanto a recomendação do melhor provedor aéreo, considerando sua cobertura e destinos para o cliente, considerando análise de benchmarking.
  • Gestão do volume hotel – elaboração de estudo de oportunidades tendo em conta mapeando de propriedades mais convenientemente localizadas, com pacote mais competitivo de serviços de conveniência como internet.
  • Serviços terrestres – com o conhecimento de serviços terrestre especializados, operando com fornecedores homologados, a economia no processo de negociação vem com a segurança da execução dos serviços.
  • Avaliação de resultados – a análise do conjunto de ações relacionadas, mas não limitadas a: execução de programas de fornecedores preferenciais da cadeia, taxa de aderência a Política de Viagens, entre outros itens alinhado a inteligência de dados da TMC, é possível ainda identificar economias perdidas.

Os itens resumidos não são de menor importância quando comparado a outros atributos entregues por uma TMC como a tecnologia online, ferramentas de rastreabilidade de viajantes, e aplicação dos benefícios do Traval Analytics que trata do processo de gestão de viagens, cruzando inúmeras possibilidades que permitam a montagem de cenários de melhorias relacionadas à otimização de processos, economia financeira e satisfação dos viajantes.

Esse conjunto resumido de itens de um programa de viagens vêm em media, reduzindo em 25% os custos com viagens das corporações, a exemplo das 100 maiores empresas, sem comprometer alocação de recursos ligados ao seu “core business”.

Enfim, simplificação de processos operacionais; facilidades de suporte às atividades de treinamento de usuários e monitoria eficiente no controle dos programas e políticas de viagens estabelecidas são vantagens comparativas que permitem mitigar riscos e garantem a excelência no padrão de serviços (SLA) por meio da inexorável concentração de uma TMC.

Fonte: Blog Espaço Abracorp

Canal Abracorp Empodera – Sintonia Interativa

Gerar motivação para a busca de soluções criativas. Contribuir para a redução de padrões hierárquicos e burocráticos. Oxigenar e tonificar o poder da comunicação.

A Abracorp sustenta que a indústria de viagens corporativas deve enfrentar desafios por meio de ações inovadoras. Diálogo, cooperação entre os atores do Trade, protagonismo no ambiente de negócios e tendências; e a promoção de iniciativas e valores Abracorp estão presentes nos três vídeos que seguem.

As peças inauguram o canal Abracorp Empodera, que tem orientação e direção do Diretor Executivo da entidade, Jahy de Carvalho. São reportagens leves e rápidas, que reproduzem ações pontuais dos protagonistas da Abracorp e de parceiros. Hospedados no Youtube, os vídeos compartilham informação, editam eventos e propiciam a manifestação imediata de cada destinatário.

Vídeo 1

Jahy Carvalho inaugura Canal Abracorp Empodera

https://youtu.be/WVGuDp0Znus

Vídeo 2

Institucional Abracorp

https://www.youtube.com/watch?v=SNhfLDwjINo

Vídeo 3

I Encontro de Gerentes Operacionais Abracorp

https://youtu.be/WxuW-6ruRTA)

Pesquisa de Vendas ABRACORP 1° Trimestre de 2018

Adequado à metodologia do novo BI ABRACORP Inteligência de Dados, divulgamos o resultado da pesquisa de vendas do 1º trimestre de 2018. As publicações contêm os principais indicadores, referência na indústria.

 Apresentação

Aéreo Doméstico

Aéreo Internacional

Hotelaria Nacional

Hotelaria Internacional

Locação Nacional

Locação Internacional

Transfer Nacional

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