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Adapte-se aos novos cenários

A evolução tecnológica ocorrida nos últimos anos provocou mudança no comportamento das pessoas e das empresas. Gigantesca mudança foi na velocidade da informação. O que acontece agora em São Paulo já pode ser acessado no mesmo momento em Tokyo ou qualquer outro lugar do mundo. Esse binômio, tecnologia e informação propiciaram as grandes mudanças no mundo. E isso ocorreu também no segmento de viagens, quer sejam à lazer ou no corporativo.

Também possibilitou o surgimento de novos modelos de negócios, como no caso das companhias aéreas de baixo custo e os aplicativos ditos de economia compartilhada, de locação de imóveis ou de carros. Ao mesmo tempo em que surgiram com o discurso inaugural do preço baixo, elas abocanharam boa fatia do mercado. E hoje o preço baixo é tão somente um atrativo sazonal. Sim, porque não existem milagres numa econômica de mercado, onde a demanda não é continuadamente crescente, como estamos vivendo hoje no Brasil. Das duas uma, ou você pratica um preço baixo com custos mais baixos ainda ou você estará comprometendo seu resultado, com tendência de desaparecer no curto prazo. Recentemente o Grupo IAG (dono da British Airways, Iberia) anunciou o lançamento de uma companhia lowcost que fará voos transatlânticos, à partir da Espanha, a LEVEL. Com tarifas muito baixas, ela causará, certamente, furor no mercado onde atuará, como em rotas como Argentina/Espanha e Estados Unidos/Espanha. Não é novidade, claro. A Norwegian, companhia lowcost da Noruega já faz isso hoje, ligando a Europa aos Estados Unidos.
Mas isso não é bom? Tarifas baixas? Com certeza é algo muito bom, mas todos nós sabemos que há uma lógica em tudo isso. A lógica do resultado. Para esse resultado dar certo, existem as receitas auxiliares, que no caso das lowcost, compõem uma importante fatia do faturamento delas. Na Spirit, lowcost americana, as receitas auxiliares representam 39% do seu faturamento. E por isso mesmo elas conseguem praticar tarifas tão baixas. E não falamos só do setor aéreo, não. Falamos de todos os segmentos. Hotelaria, locação, serviços, enfim, tudo.
E como fica o cenário corporativo nesse ambiente? Difícil, pois as empresas insistem em considerar tarifa aérea e a diária como referência de negociação, quando essas, tarifas e diárias são apenas e tão somente componentes tarifários. A LEVEL é um exemplo, enquanto a tarifa de Barcelona a Los Angeles, pode custar EUR99,00, uma refeição custará EUR35,00 e despachar uma mala custará EUR70,00, fora os outros serviços que serão cobrados para que o viajante tenha um mínimo de conforto em mais de 12 ou 13 horas de voo. E isso, sistema nenhum consegue, hoje, contabilizar numa solicitação ou cotação de viagem.
Com certeza políticas de viagens que rezam em sua cartilha o menor preço, precisam inovar-se e buscar no valor entregue pelo provedor, o diferencial, pois menor preço todo mundo tem. E igual.
E como fica o comportamento das TMC´s frente a esses novos cenários? Adaptar-se com uso de ferramentas de gestão é a única maneira de oferecer serviços de valor aos clientes, mas eles, clientes, também terão que se adaptar a esses novos cenários. Querer impor que se cumpra uma bem gerenciada política de viagens, permitindo que o viajante tenha total liberdade de compras como pretendem alguns, ainda é um milagre distante. Já dizia o Comte Rolim, falecido criador da TAM Linhas Aéreas, em um de seus mandamentos: “em busca do ótimo não se faz o bom”.

(*) Parte dessa matéria foi produzida para a Revista Brasilturis (abril/17)

Artigo – Segmento MICE cresce, com desafios

Carlos Prado*

A sigla MICE (Meetings, Incentives, Congress and Exhibitions) foi estabelecida há anos nos EUA e Europa. Sintetiza, por assim dizer, as quatro vertentes mais destacadas no conceito geral de evento corporativo. No Brasil, passou a ganhar relevância nos anos 90, na esteira do Plano Real e da internacionalização da economia. Ampliar a participação de mercado em âmbito global induziu o empresário brasileiro a viajar mais, muitas vezes para participar de eventos em outros países. Por outro lado, cresceu em volume e diversidade os eventos dentro do país, com foco no público local e, também, do exterior.

Os primeiros jobs que realizamos foram objeto de benchmark, referenciado em organizações norte-americanas. Até então, eu ficava incomodado quando funcionários de empresas clientes da Tour House manifestavam satisfação em haver participado de excelentes viagens de incentivos – sempre produzidas e fornecidas por organizações estrangeiras.

Conseguimos avançar, melhorar a massa crítica sobre o tema, mas o número de empresas especialistas em MICE ainda é pequeno. Nos EUA e Europa, existem empresas especialistas em cada segmento do Mice. Aqui, as que atuam em MICE querem fazer tudo, o que avilta a qualidade dos resultados.

Hoje dispomos de bons espaços para eventos em hotéis e centros de convenções, com destaque para o eixo Sul-Sudeste e algumas ilhas no Nordeste. No entanto, o nivelamento da oferta sob a métrica da excelência requer investimentos. De um lado, é preciso turbinar os meios de formação da mão de obra qualificada. Capacitar, treinar e automatizar processos. De outro, reduzir as deficiências em segurança, que inibem a escolha deste ou daquele destino, mesmo que bem dotado de infraestrutura.

Integram o segmento MICE as viagens de incentivo, que exigem know-how, planejamento e campanha não inferior a seis meses. Quem fornece o programa completo visa alcançar o resultado financeiro projetado. E o cliente quer o sucesso do empreendimento, sob todos os aspectos.   O essencial é fazer os participantes se sentirem reis, os grandes conquistadores das metas estabelecidas pela empresa. Proporcionar a eles o conhecimento de novas culturas.

A escolha do destino é determinante – ele tem de ser o que melhor representa o grupo que viajará. Pesquisas apontam que uma viagem de incentivo fica latente na memória do participante de 8 a 10 anos. A Tour House tem inúmeros projetos em seu portfólio, que constituem registro valioso de experiências. Certa feita, fiquei muito impressionado com o depoimento de um grande empresário do ramo automobilístico, que sentenciou: “Viagens comuns, faço com meu Jato. Mas viagens incríveis, fazemos com a montadora”.

A realização de eventos impacta positivamente a economia local. Movimenta centenas de fornecedores, mesmo que dentro de um hotel, que já tem boa estrutura.  Mexe com o dia-dia da localidade, impulsiona toda a economia. Além de hotéis, transporte aéreo e transfers, eleva a receita de restaurantes, postos de combustíveis e lojas.

Por outro lado, o segmento MICE contribui para o equilíbrio de ocupação dos hotéis na alta e baixa temporada. O calendário de eventos de MICE se concentra nos meses de menor procura a lazer. É provável que essa realidade se modifique no futuro, porque as pessoas sem filhos pequenos já estão preparando suas viagens fora dos meses dezembro, janeiro e Julho.   Com isso, o segmento MICE ganhará mais espaços no calendário.

O fato de haver, hoje, centros de convenções subutilizados no Brasil, é uma pena.  Basta tornar o país mais atraente em segurança e qualidade de serviços.  Poderíamos ser o Centro de Negócios da América Latina, caso o custo Brasil fosse reduzido e nos tornasse mais competitivos. Seria muito bom transformar o Ceará e RN em uma grande Riviera Brasileira, pela localização mais próxima da Europa e da Costa Leste Americana.

A realização dos megaeventos Copa do Mundo 2014 e Olimpíada 2016 são exemplos de sucesso. Porém, considero baixo o residual para o segmento MICE e para a indústria como um todo. Ainda somos pouco competitivos em relação ao Caribe, por exemplo, que tem bons preços, está mais próximo dos mercados norte-americano e canadense e apresenta taxa de segurança elevada. Some-se a isso a divulgação ainda pífia do Brasil no exterior. Eventos se tornam rentáveis quando contratados para quatro, cinco ou mais edições. Eu participo da mesma convenção no exterior por mais de 10 anos e sempre no mesmo local. 

*Carlos Prado é diretor-presidente da Tour House e vice-presidente do Conselho de Administração da Abracorp

Carlos Prado, diretor-presidente da Tour House e vice-presidente do Conselho de Administração da Abracorp
Carlos Prado, diretor-presidente da Tour House e vice-presidente do Conselho de Administração da Abracorp

 

IATA prorroga prazo para exigência de proteção a dados do cartão de crédito

PCI-DSS foi tema de reunião mensal das associadas Abracorp, no contexto da adoção das melhores práticas de segurança em combate às fraudes

A direção brasileira da International Air Transporte (IATA) enviou carta ao presidente do Conselho de Administração da Abracorp, Rubens Shwartzmann, datada de 29/03/17, onde anuncia a prorrogação do prazo para adoção do PCI-DSS (Payment Card Industry – Data Security Standard). Em vez de se esgotar em 1º de junho de 2017, conforme data-limite original, o prazo foi estendido até 1º de março de 2018. Objetivo da medida é minimizar as perdas anuais das companhias aéreas com fraudes, que chegam a U$ 1 bilhão, no mundo todo. Cabe lembrar que as agências de viagens também são vítimas dos fraudadores.

Diante da importância de tema, a reunião mensal da Abracorp, no dia 30/03, contou com a presença de Carlos Caetano, Associate Regional Director – Brazil, da PCI Security Standards Council. De forma objetiva e didática, fez breve exposição aos associados sobre a adoção do PCI-DSS, a origem do procedimento e alguns passos para as empresas alcançarem a conformidade determinada pela IATA, em âmbito global.

Trata-se de salvaguarda fundamenada em inteligência digital de inegável valor para as TMCs, mas que implica em investimento e elevação de custo. “Nossa expectativa é que a adoção do PCI reduza as perdas por fraude e se incorpore aos ativos das nossas associadas”, pondera Rubens Schwartzmann. O fato é que, a partir de 1º de março de 2018, agências de viagens no mundo inteiro só poderão transacionar serviços por meio de cartão de crédito se estiverem certificadas pelo PCI.

Não será mais permitido passar dados do cartão por telefone, e-mail, imagem por WhatsApp e similares, sob risco do estabelecimento ou do prestador de serviços sofrer multas e penalidades. As sanções são muito altas, chegando à suspensão total da empresa pela IATA.

PCI-DSS

PCI-DSS (Payment Card Industry – Data Security Standard) foi criado em 2006 e é patrocinado pelas principais bandeiras de cartão de crédito mundiais. Atua nos moldes de uma norma ISO, ao estabelecer padrões que visam a proteção de dados nas transações com cartão de crédito. O PCI normatiza padrões para a guarda e transação de dados de maneira segura, no ambiente online e dentro das redes corporativas. Isso garante proteção ao titular do cartão, ao fornecedor (os estabelecimentos) e aos prestadores de serviços contra a indústria das fraudes.

A Abracorp está em permanente conexão com a IATA e também com os provedores oficiais da certificação no Brasil, no sentido de minimizar impactos em toda a cadeia. Assim, a entidade se prepara para incorporar, no conjunto das associadas, os benefícios representados pela adoção do PCI.

Comitê MICE da Abracorp discute projeto Market Place

Um dos segmentos mais promissores do mercado de viagens corporativas é o MICE (Meetings, Incentives, Conferences, and Exhibitions). A realização de megaeventos no país, como a Copa do Mundo 2014 e a Olimpíada 2016, no Rio, trouxeram experiência e know-how para os players. O número de recintos apropriados para eventos cresceu muito no Brasil, inclusive fora do eixo Rio-São Paulo.  Esse cenário levou a Abracorp a valorizar o tema junto às associadas, por meio de discussões e criação do Comitê MICE da entidade.

Para buscar alternativas tecnológicas que resultem na criação de um Market Place dedicado ao segmento, o Comitê MICE da Abracorp reuniu-se no último dia 15. Foram colocadas em debate as opiniões dos participantes do encontro, com moderação do diretor executivo da entidade, Gervasio Tanabe. Haverá novas rodadas de discussões, para se identificar o modelo de plataforma mais adequado às necessidades das associadas.

“Buscamos uma plataforma que nos dê agilidade na identificação de fornecedores, padronização na distribuição de conteúdos e que promova a marca Abracorp no segmento MICE”, ponderou Tanabe. O Comitê voltará a se reunir, proximamente, para dar sequência à busca da melhor solução.

Mercado de locação e transfers| Análise

Locação de veículos é um segmento que tende a crescer nos próximos anos. As facilidades dos aplicativos móveis de geolocalização são um fator de estímulo à locação de veículos.

Seguindo a realidade das cias aéreas, que vivenciaram um crescimento de usuários, anos atrás, a locação também está experimentando a entrada de novos clientes. Nesse sentido, as locadoras também estão desenvolvendo ferramentas que simplificam a locação. Isso, para o segmento corporativo, soa como música.

A Abracorp, desde meados de 2016, formou um grupo de trabalho visando a otimização de processos para locação de veículos. O trabalho será concluído nas próximas semanas e, ainda no primeiro trimestre de 2017, o processo de locação terá uma padronização, algo necessário no setor, a exemplo do aéreo. Um trabalho semelhante foi feito para o setor de transfers e já está em prática.

O que esperar para 2017?

Em virtude desse crescimento de demanda e da simplificação de processos, espera-se um natural crescimento da demanda por serviços de locação. A economia compartilhada também pode ser um aliado nesse crescimento setorial.

Abracorp e Locadoras avançam na padronização de vouchers

Na tarde de segunda-feira, 30, o Comitê de Produtos da Abracorp reuniu-se com representantes das cinco locadoras de maior relevância no mercado, para dar sequência à tarefa de padronizar e simplificar os vouchers de faturamento para as agências de viagens. O grupo de trabalho envolve, além do comitê (formado por representantes da Avipam, Costabrava, Hostway e Tivolitur), as empresas Avis, Hertz, Localiza, Movida e Unidas. Chegou-se à conclusão de que apenas cinco modelos de documento atendem mais de 90% daqueles atualmente em uso (mais de 40 tipos).

O setor de locação representava, até 2015, cerca de 1,5% do total do volume de vendas das associadas ABRACORP. Esse número, em 2016, saltou para 2,3%, ou seja, um expressivo crescimento. Quanto mais simplificados e automatizados, os processos tendem a entrar na rotina das pessoas. Com isso, é natural a tendência de crescimento para o setor.

Para o diretor-executivo da Abracorp, Gervasio Tanabe, “estamos empenhados em buscar mecanismos de aprimoramento de processos. Cabe lembrar que esse esforço vem ao encontro da missão da entidade, que é ser referência na indústria de viagens corporativas, promovendo seu desenvolvimento”, explica. Tanabe acrescenta que a padronização dos vouchers vai beneficiar não apenas o segmento de viagens corporativas, mas todo o mercado de turismo. Em fevereiro haverá um novo encontro, com a presença de outros players impactados pela padronização.

Abracorp divulga dados consolidados das vendas de 2016

Apesar do recuo de 6,5% em relação a 2015, perspectivas para 2017 são positivas

A Abracorp – Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas – divulgou, dia 26, balanço anual das vendas realizadas pelas 30 associadas da entidade. Pesquisa reflete todas as vendas e transações no período, que compreendem aéreo; hotelaria, locação e transfers (nacional e internacional); meios de pagamentos e serviços. “Considerando as dimensões da crise econômica do país, a retração das vendas das associadas Abracorp em 6,5% é menos drástica do que a verificada em outros setores. Enxergamos perspectivas positivas para 2017, embora não se possa arriscar números”, pondera o presidente do Conselho de Administração da Abracorp, Rubens Schwartzmann.

Abaixo, o quadro geral da movimentação de vendas, na comparação entre os exercícios de 2015 e 2016.

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Resolução 401 da ANAC agrega transparência e evita distorções

Publicada em 13 de dezembro último, a Resolução 401 da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) veio contemplar reivindicação antiga da Abracorp. A partir de 14/03/2017, quando a medida entrará em vigor, nos cartões de embarque emitidos pela companhia aérea no momento de check-in deverá constar o valor da passagem. Esta informação estará impressa na via que permanecerá em poder do passageiro após o desembarque.

A medida permitirá que o cliente possa saber e ver quanto está pagando pela passagem aérea. Por outro lado, impedirá artifícios que conspiram contra o princípio da transparência, que a Abracorp defende de forma incondicional. A entidade busca, também, obter clareza nos preços de todos os canais. Outra vantagem adicional da Resolução 401 está nos casos de bilhetes provenientes de programas de milhas, os quais não trazem valor de tarifa.

A coibição das más práticas é muito bem-vinda para clientes e passageiros. Nada mais justo que estes não sejam enganados pelas pretensamente milagrosas tarifas promocionais, que, infelizmente, são oferecidas todos os dias no mercado. Clique aqui e veja a resolução 401 da ANAC.

Abracorp se posiciona sobre as novas regras anunciadas pela ANAC

Com previsão de serem implementadas em 14/03/2017, as novas regras para compra de passagens aéreas nacionais instituídas pela ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil – apresentam pontos controversos e discutíveis. Um deles refere-se à cobrança de taxa de bagagem, cujo valor ficará a critério de cada empresa aérea, sem qualquer mediação regulamentar sobre valor ou definição para efeito de cálculo.

Segundo o presidente da ABEAR, Eduardo Sanovicz, “hoje nenhuma bagagem tem transporte gratuito, porque as empresas aéreas embutem nas tarifas as taxas para todos os passageiros, independentemente do que levam para os aviões. Passa a pagar quem usa a bagagem. Quem não usa, que é metade daqueles que viajam, não pagará”.

O teor da declaração de Sanovicz, de que a taxa de bagagem já está embutida nas tarifas atuais, leva à dedução de que os passageiros do segmento corporativo deverão pagar menos por suas passagens. Motivo:  os viajantes corporativos, costumeiramente, viajam sem bagagem. Desta forma, uma tarifa de ponte aérea que custou R$ 541,00 no 3º trimestre de 2016, conforme indicadores da ABRACORP, poderá, por exemplo, custar menos.

Já uma passagem de São Paulo a Fortaleza para um viajante em férias ou a trabalho, que ficará alguns dias no destino, poderá custar mais, considerando que ele viaje com bagagens. Para as companhias aéreas, tudo está sujeito à lei de oferta e demanda. O fato é que as chamadas receitas auxiliares, onde entram as bagagens, têm apresentado crescimento contínuo no faturamento das companhias aéreas.

Estudos de mercado aos quais a Abracorp teve acesso dão conta de que as companhias aéreas devem faturar, em âmbito global, somente com as receitas auxiliares, algo como U$ 68 bilhões em 2016 (crescimento de 13% em relação à 2015), o que equivale a cerca de 9% do faturamento total esperado.

A Abracorp entende que, se o foco é oferecer mobilidade e agilidade ao cliente, é imperativo que as plataformas de online booking tool (ou off-line) utilizadas pelas TMC´s possam integrar-se aos sistemas das companhias aéreas, no sentido de oferecer esse menu de serviços ao cliente. Isso tornaria o custo total algo previsível no orçamento do viajante, uma vez que o preço da passagem é, hoje, apenas componente tarifário de um todo.

A entidade também sustenta que as companhias aéreas devem divulgar, intensamente, suas estratégias individuais para tratar cada item das novas regras da ANAC, principalmente em relação aos procedimentos e valores que poderão ser cobrados por cada serviço. A Abracorp acompanha de perto a discussão e a implantação das novas regras, incluindo pontos importantes como prazos para reembolsos, remarcações, entre outros.

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